Não se sabe o que acontece.
A menina triste não sorri.
Ergue os lábios como quem parece
gostar muito de estar ali.
Mas, ao outro o disfarce não vence.
Dói nele achar que ela não ri.
Deseja que ela soubesse
como é bom à toa sorrir.
No alto da colina, o riso alvorece.
Sem graça, achando a maior graça para rir.
Se a boca inteira o riso invadisse
não mais seria a menina assim.
Sabe-se que logo o sorriso aparece.
Basta uma graça ou um poema em nanquim.
E então nada a menina apetece
para sorrir, viver e ser feliz.
A menina triste não sorri.
Ergue os lábios como quem parece
gostar muito de estar ali.
Mas, ao outro o disfarce não vence.
Dói nele achar que ela não ri.
Deseja que ela soubesse
como é bom à toa sorrir.
No alto da colina, o riso alvorece.
Sem graça, achando a maior graça para rir.
Se a boca inteira o riso invadisse
não mais seria a menina assim.
Sabe-se que logo o sorriso aparece.
Basta uma graça ou um poema em nanquim.
E então nada a menina apetece
para sorrir, viver e ser feliz.

Óbvio demais dizer esse poema, em especial, desperta-me emoção? Talvez, mas garanto: é lindo, lindo!
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