Estava com umas pessoas numa nave espacial não identificada. Destino: Marte. Chegando lá, que sol brilhante! Tão brilhante que deixava o tom das coisas até bonito. Após passar pela atmosfera, o horizonte vermelho me encantava. Estava com roupas espaciais. E de repente, um menino, do alto de um morro vermelho, me chamava. Eu me aproximava dele, lentamente. Chegando perto dele, dei minha mão e subi no morro. Vi que estava sem capacete. Perguntei "Isso aqui não é real, não é?". Como poderia respirar em Marte, cuja atmosfera é cheia de gás carbônico?! Quando olhei para terra vermelha e vi plantas. Era bonito o verde contra o vermelho. Disse que os tons das coisas eram mais bonitas, por conta do sol. Andando, respirando receioso, continuei. Minha família estava lá, junto comigo. Minha mãe, meu tio, meus avós, minha irmã. Então, entramos numa colônia de férias. Estava quente. Minha mãe me deu uma regata e pediu para que me trocasse no vestiário. Entrei, me troquei. Quando vi que estava com tatuagens. Muito bonitas. Uma mandala no meu peito direito, e uma foto de uma mulher com asas e rabo de diabo em cima de um cogumelo colorido para ser terminada em meu braço. Fiquei maravilhado, achei muito bonitas. Quando coloquei a regata, vi um relance e vi uma tatuagem nas minhas costas inteiras. Meu peito gelou por dentro. Se minha mãe visse a das minhas costas, seria uma briga certeira. Fui falar com minha mãe, de costas contra sua vista. E assim foi. Era noite, de repente e estávamos no carro. Todos perdidos, consultávamos o mapa. As luzes da cidade invadiam o carro, sem parar. E no mapa, estava escrito bem grande e em letras maiúsculas: GUARULHOS.Depois de muito perdidos, peguei um táxi, que levou-me de volta para a colônia. A temperatura era quente, mas um quente confortável. A umidade do ar deveria estar bem alta. É difícil eu me sentir confortável, em qualquer temperatura mais quente que o normal.
Nenhum comentário:
Postar um comentário