
Desculpa aos dois ou três leitores assíduos que esta página tem. Mesmo. Mas hoje eu vou bater um lero com o meu fiel blog. Talvez eu esteja direcionando esse texto justamente porque eu tenha um pouco de vergonha com o que as pessoas possam achar de mim. Então, como eu não ligo muito pra isso, porém, tenho uma certa timidez, aqui vai. Hoje foi um dia cheio e tal. Cheguei tarde em casa por preguiça de fazer a viagem de cada dia. Muito frio mesmo de manhã. Depois foi esquentando. De vez em quando eu ainda lembro daquele cachorro de ontem. Aquele que eu vi na estação do metrô, deitado como uma esfinge e de patas cruzadas, observando o movimento. Estranho, mas aquela imagem ficou na minha cabeça! Acho que porque eu achei engraçado e talvez tenha tido uma pontadinha de desejo de ter uma vida como a dele. Mas acho que não teria tanta graça. Mas pera! Eu só digo isso porque eu tenho consciência das coisas. Aquele cachorro preguiçoso não tem consciência de nada! Qual é! Se nós, humanos, não tivéssemos consciência, talvez ficássemos à procura de comida, e reprodução. Então, eu acabo por concluir que eu gosto muito de ser um humano ocupado. Mas nossa, aquela cena do cachorro. Genial. Dia frio, céu azul bebê, sol no céu. Nuvens branquinhas. Acho que a imagem ficou na minha cabeça pelo fato do clima ser completamente contraditório. Eu gostei muito disso também. Não é algo que eu possa guardar numa palavra, ou imagem. Foi o conjunto. Dia aberto, céu azul, sol, e todos andando com frio, tentando esquentar suas mãos. Genial. A natureza é genial. Por promover dias assim, para poucos repararem e por dar a consciência aos humanos. Um dia desses eu ouvi meu pai, dizendo que o homem criou a cultura, os símbolos, a religião no momento em que ele tomou consciência da morte. Me faz lembrar a cena dos peixes do Monty Python. Acho que aquela cena eu pretendo imitar para todos que eu puder na minha vida.
Sabe o que veio na minha mente hoje? Uma imagem. Uma cena, um momento, seilá. Sabe? Quando um cara está com sua menina. Ele como uma raíz, susttenta ela. Eles estão, por falta de um meio termo melhor, namorando. Ela se levanta. Cruza os braços. Leva as mãos para perto da região dos rins. Pega a ponta da blusa. Começa a levantar as mãos segurando. A blusa vai ficando do avesso. O cara fica observando. Sem pressa. A blusa chega na cabeça. Ela tira totalmente, inclinando a cabeça um pouco para o lado. Tirando a blusa, ela mexe um pouco no cabelo. Fura ele com as mãos, levando para trás. A inclinada de novo. As mãos dela descem nele. Ela vai se inclinando para frente. Voltam ao beijo.
Fiquei com isso na cabeça também. Tá, agora podem me chamar de safado, seilá. Mas eu acho isso bonito. Acho sexo muito bonito. O amor é bonito. Eu acho o sexo a coisa mais humana. Assim como o amor. Sexo com amor é genial. É bonito de participar. É transcedental.
Sabe? Os dois abraçados, sentindo o corpo um do outro, sem roupas. Eu me lembro quando senti isso pela primeira vez. Foi...apaixonado. Por falta de uma palavra melhor de novo. Mas nossa, foi incrível. Seio contra seio. Barrigas tímidas encostadas. Braços se envolvendo, olhos nos olhos. Um menino descobrindo um par de peitos femininos. Não tocando, e nem nada. Só por saber que eles estão perto. Um menino descobrindo uma barriga feminina. Um pescoço feminino. O que é o corpo de uma mulher senão um grande abrigo para o homem? Um corpo. E um corpo apenas. A boca, onde se descobrem beijos infinitos. E depois o pescoço, onde se faz carinho. Existe pele mais perfeita do que de mulher? Pescoço sedoso. E o peito antes do peito. E logo, o coração. Palpitando de emoção de exitação. Pernas enroladas uma na outra. Pés fazendo carinho um no outro.
Enfim, eu não estou saudoso de uma pessoa em questão. Mas estou saudoso disso. Eu sei que eu posso viver isso tudo de novo. E eu vou.
Sabe o que veio na minha mente hoje? Uma imagem. Uma cena, um momento, seilá. Sabe? Quando um cara está com sua menina. Ele como uma raíz, susttenta ela. Eles estão, por falta de um meio termo melhor, namorando. Ela se levanta. Cruza os braços. Leva as mãos para perto da região dos rins. Pega a ponta da blusa. Começa a levantar as mãos segurando. A blusa vai ficando do avesso. O cara fica observando. Sem pressa. A blusa chega na cabeça. Ela tira totalmente, inclinando a cabeça um pouco para o lado. Tirando a blusa, ela mexe um pouco no cabelo. Fura ele com as mãos, levando para trás. A inclinada de novo. As mãos dela descem nele. Ela vai se inclinando para frente. Voltam ao beijo.
Fiquei com isso na cabeça também. Tá, agora podem me chamar de safado, seilá. Mas eu acho isso bonito. Acho sexo muito bonito. O amor é bonito. Eu acho o sexo a coisa mais humana. Assim como o amor. Sexo com amor é genial. É bonito de participar. É transcedental.
Sabe? Os dois abraçados, sentindo o corpo um do outro, sem roupas. Eu me lembro quando senti isso pela primeira vez. Foi...apaixonado. Por falta de uma palavra melhor de novo. Mas nossa, foi incrível. Seio contra seio. Barrigas tímidas encostadas. Braços se envolvendo, olhos nos olhos. Um menino descobrindo um par de peitos femininos. Não tocando, e nem nada. Só por saber que eles estão perto. Um menino descobrindo uma barriga feminina. Um pescoço feminino. O que é o corpo de uma mulher senão um grande abrigo para o homem? Um corpo. E um corpo apenas. A boca, onde se descobrem beijos infinitos. E depois o pescoço, onde se faz carinho. Existe pele mais perfeita do que de mulher? Pescoço sedoso. E o peito antes do peito. E logo, o coração. Palpitando de emoção de exitação. Pernas enroladas uma na outra. Pés fazendo carinho um no outro.
Enfim, eu não estou saudoso de uma pessoa em questão. Mas estou saudoso disso. Eu sei que eu posso viver isso tudo de novo. E eu vou.
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